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Atacar a geladeira à noite pode causar mais danos do que o aumento do peso

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Você jamais jantaria duas vezes no mesmo dia, certo? Só que talvez você já esteja fazendo isso e ainda nem se deu conta. Saquear os armários da despensa no meio da madrugada pode fazer a balança subir. Mas o pior, mesmo, é que sua saúde corre risco.

Fazer uma visitinha à geladeira de madrugada pode ser muito perigoso. Pesquisas mostram que muitas mulheres ingerem metade das calorias diárias durante ou depois do jantar. Mais: um segundo estudo descobriu que um terço das pessoas consomem 15% de suas calorias diárias depois das 23 horas. E as consequências do ataque noturno não se restringem ao ganho de peso: ele atrapalha os níveis do hormônio do sono, confunde o hormônio da saciedade e pode até mesmo aumentar os níveis de insulina. Para driblar esses danos, você pode aumentar a ingestão de alimentos durante o dia, desligar a TV e o tablet mais cedo (olhar para a tela pode estimular seu desejo por comida) e evitar bebidas estimulantes, alimentos gordurosos e bebidas alcoólicas por pelo menos quatro horas antes de dormir.

Leia a matéria completa em: http://goo.gl/l36BJp

O poder da música certa para malhar

Ninguém duvida do poder de uma boa música para alegrar ou acalmar. Agora, o que os cientistas acabam de comprovar é que ouvir um bom som durante a atividade física também melhora consideravelmente a performance nos exercícios. Isso significa um importante acréscimo na resistência, no desempenho e na sensação de prazer. Além disso, malhar com música também confere uma redução nos efeitos da fadiga e da exaustão. Mas não é qualquer canção. A fórmula musical perfeita para conquistar esses benefícios combina ritmos da música pop e do rock. Essa é a conclusão de um estudo feito por pesquisadores da Universidade Brunel, em Londres, divulgado recentemente. Segundo o trabalho, hits como Dancing queen, do grupo sueco Abba, Mercy, da cantora galesa Duffy, e Don’t stop me now, do Queen, além de Give it 2 me, de Madonna, estão entre as melhores opções.

Para chegar a esse resultado, os cientistas orientaram 30 voluntários a fazer caminhada em esteiras seguindo os ritmos dos sons tocados. Ao final do estudo, os pesquisadores identificaram uma melhora de 15% na resistência e na disposição dos participantes. “Eles também relataram maior prazer em fazer os exercícios enquanto ouviam as músicas”, afirmou à ISTOÉ Costas Karageorghis, líder do estudo. De acordo com o cientista, esses benefícios ocorrem porque o som aumenta a sensação de relaxamento e distração e, ao mesmo tempo, diminui os níveis de excitação. “Além disso, a música evoca momentos de sentimentos positivos, e isso serve como estimulante”, diz. Outro fator é que os ritmos coselecionados ajudam a regular o passo, o tempo e a cadência dos movimentos – eles têm entre 120 e 140 batidas por minuto e são indicados para atividade física intensa e moderada.

O objetivo do pesquisador é usar o conhecimento para incentivar pessoas sem muita disposição para a atividade física. A ideia, inclusive, já começou a ganhar fôlego. Recentemente, sua seleção musical foi testada durante uma maratona realizada em Londres. Os organizadores instalaram estações de música em diferentes pontos do percurso para estimular os atletas, que gostaram da iniciativa. O cientista também espera que as músicas sejam usadas na aplicação de programas de reabilitação física para pacientes cardíacos e obesos, por exemplo.

Na opinião do ortopedista Arnaldo José Hernandez, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, de fato o recurso pode ser útil. Mas ele faz uma ressalva: “As pessoas precisam tomar cuidado para não cometer excessos. Não perceber sinais de fadiga, por exemplo, em razão de estar ouvindo música, é prejudicial”, acredita. A estudante Paula Golla, de São Paulo, não cai nessa armadilha, embora não saia sem o tocador de MP3. “A música me deixa com mais disposição e torna a atividade física mais prazerosa”, diz. “Além disso, as canções são uma ótima companhia.”

Fonte: http://goo.gl/mSyvAg

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A importância do monitor de frequência cardíaca na corrida

A corrida é uma atividade com muitos benefícios físicos como queima de gordura, fortalecimento do sistema cardiovascular, onde o coração fica mais forte e passa a realizar menos batimentos para bombear a mesma quantidade de sangue para o corpo. Além disso, a corrida proporciona ganho de condicionamento físico.

 Mas, lembre-se, não é simplesmente sair correndo. Os treinos, orientados por um profissional de Educação Física, devem ter intensidades diferentes, de acordo com o objetivo que se quer alcançar. Para isso, o uso de um Monitor de Frequência Cardíaca, é fundamental nestes treinamentos.

Alcançando as várias zonas-alvo de frequência cardíaca, os resultados aparecem em pouco tempo. Essas zonas dividem-se em:

 Zona de base:  Também chamada de zona de queima de gordura. É uma intensidade suave: entre 50 e 60% da Frequência cardíaca máxima (peça ao seu treinador para calcular)

Zona de resistência: É uma intensidade moderada, indicada para treinos mais longos e fica entre 60 a 75% da Frequência cardíaca máxima.

 Zona limiar: É nessa zona que seu organismo adquire as máximas adaptações fisiológicas. Nessa intensidade, seu organismo se aproxima do acúmulo de ácido lático (o sistema não consegue o oxigênio suficiente para o processo de produção de energia). Os chamados tiros são realizados, na maioria das vezes, nessa zona, que fica entre 75 a 85% da Frequência cardíaca máxima.

 Zona máxima: Não recomendada para os iniciantes, essa zona deve ser alcançada por curtos períodos de tempo. Entre 85 e 90% da Frequência cardíaca máxima.

Não esquecendo que é muito importante também, uma avaliação cardiológica antes do início dos treinos, onde o Teste Ergométrico realizado mostrará sua condição física e os percentuais nas zonas de forma exata.

Fonte: http://goo.gl/RorRS0

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A importância do monitor de frequência cardíaca na corrida

A corrida é uma atividade com muitos benefícios físicos como queima de gordura, fortalecimento do sistema cardiovascular, onde o coração fica mais forte e passa a realizar menos batimentos para bombear a mesma quantidade de sangue para o corpo. Além disso, a corrida proporciona ganho de condicionamento físico.

 Mas, lembre-se, não é simplesmente sair correndo. Os treinos, orientados por um profissional de Educação Física, devem ter intensidades diferentes, de acordo com o objetivo que se quer alcançar. Para isso, o uso de um Monitor de Frequência Cardíaca, é fundamental nestes treinamentos.

Alcançando as várias zonas-alvo de frequência cardíaca, os resultados aparecem em pouco tempo. Essas zonas dividem-se em:

 Zona de base:  Também chamada de zona de queima de gordura. É uma intensidade suave: entre 50 e 60% da Frequência cardíaca máxima (peça ao seu treinador para calcular)

Zona de resistência: É uma intensidade moderada, indicada para treinos mais longos e fica entre 60 a 75% da Frequência cardíaca máxima.

 Zona limiar: É nessa zona que seu organismo adquire as máximas adaptações fisiológicas. Nessa intensidade, seu organismo se aproxima do acúmulo de ácido lático (o sistema não consegue o oxigênio suficiente para o processo de produção de energia). Os chamados tiros são realizados, na maioria das vezes, nessa zona, que fica entre 75 a 85% da Frequência cardíaca máxima.

 Zona máxima: Não recomendada para os iniciantes, essa zona deve ser alcançada por curtos períodos de tempo. Entre 85 e 90% da Frequência cardíaca máxima.

Não esquecendo que é muito importante também, uma avaliação cardiológica antes do início dos treinos, onde o Teste Ergométrico realizado mostrará sua condição física e os percentuais nas zonas de forma exata.

Fonte: http://goo.gl/RorRS0

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Pular corda é um exercício completo. Descubra o porquê!

Você sabia que muitas pessoas que buscam emagrecer fazem uso de uma brincadeira de criança? Pois é, pular corda não só emagrece como mais do que isso: é uma atividade aeróbica muito completa que funciona tanto para afinar a silhueta, tonificar os músculos e combater o estresse quanto para desenvolver agilidade, ritmo, equilíbrio, impulsão, coordenação motora e força muscular.

Pular corda, além de fácil de executar, tem um potencial de resultados rápidos: são aproximadamente 400 calorias a cada meia hora. Isso, combinado com uma alimentação equilibrada, pode ajudar a enxugar cerca de oito quilos por mês. Muito mais do que se consegue no mesmo tempo de caminhada, pedalada ou corrida.

O que fazer para pular corda?

A primeira atitude para você que busca condicionamento físico com este exercício é escolher a corda certa. Existem cordas de todos os tipos e tamanhos, e a escolha entre elas deve ser individualizada.

É fácil saber se você escolheu o tamanho adequado do acessório: segure a corda com as mãos, pise no centro dela com os pés unidos, e estique até que o cabo em que você apoia as mãos esteja na altura do peito, próximo às axilas. Se cumprir este padrão, a corda tem o tamanho perfeito para você. Vale lembrar que a maioria das cordas atualmente é ajustável.

Além disso, iniciantes na arte de pular corda devem procurar sempre cordas de material leve, como as cordas de nylon. Cordas de aço revestido com tecido, de sisal e de couro, por exemplo, também são boas, mas são mais pesadas e demoram mais para lacearem. As cordas com peso maior são boas opções para quem já está num nível mais avançado, como forma de intensificar o treino.

Outro ponto que você deve atentar é para o material das manoplas – aquele cabo que se usa para segurar a corda: elas devem ser de material resistente, como o PVC, e preferencialmente emborrachadas, evitando que as mãos fiquem machucadas ou com calosidades.

Cuidados para pular corda com segurança

Na hora de iniciar o exercício, é importante ficar atento na escolha de roupas adequadas para tal. Lembre-se sempre que pular corda é um exercício que demanda roupas confortáveis e um bom tênis, visto que é uma atividade de salto que implica em um impacto nas articulações.

Além disso, as roupas devem ser de um material de fácil absorção do suor, visto que é uma atividade aeróbica. Aliás, ao levarmos em conta de que estamos nos exercitando – ainda que de forma lúdica –, é imprescindível fazer um aquecimento prévio.

Isso pois pular corda irá aumentar sua frequência cardíaca. Uma boa dica é começar dando pulinhos sem a corda por um ou dois minutos. Os braços podem ser aquecidos por meio do movimento de giro com a corda por cima da sua cabeça, batendo a corda, e apenas passe por cima dela, sem pular.

Em termos de regularidade, ela é mais importante que a frequência. Portanto, se você é iniciante nos exercícios físicos e na corda, é importante respeitar o seu ritmo até que se sinta seguro para progredir o exercício. Pratique entre três e cinco vezes por semana e intensifique o treino uma vez por semana ou quando se sentir seguro para fazê-lo.

Fonte: http://goo.gl/9NN3uv

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Cinco hábitos que prejudicam sua pele

Para retardar o aparecimento das rugas, é preciso ir muito além dos cremes. Fique atenta aos hábitos do dia a dia que podem prejudicar sua pele e saiba como driblar a ação do tempo!

  1. O vício do cigarro

 Esse conhecido vilão tem componentes que quebram as fibras elásticas da pele e estimulam a produção de radicais livres. Um estudo da Universidade de Nagoya, no Japão, descobriu que fumar causa uma perda de até 40% no colágeno, além de ressecar a pele e impedir sua oxigenação. Como os danos são irreversíveis, aqui a solução é uma só: abandonar o hábito.

  1. Maquiagem mal tirada

Usar maquiagem não é problema, desde que ela seja específica para a sua pele. Isso significa ter propriedades hidratantes, se a pele for seca, e ser livre de óleo (ou “oil free”) se for oleosa. Mas é preciso tirar o make antes de dormir. Caso contrário, os poros ficam obstruídos e a pele não recebe oxigênio, o que causa ressecamento, o arqui-inimigo da pele linda. Use tonificantes menos agressivos, ou seja, sem álcool.

  1. Álcool em excesso

Se você adora bebericar, fique esperta. O hábito colabora para a formação de linhas de expressão. Ele, aliás, traz outras consequências, como a desidratação da pele e a formação de radicais livres. Siga a recomendação da dermatologista: “Se for beber, sempre alterne um copo de bebida alcoólica com outro de água”. Se você adora um drinque, fique ao menos dois dias na semana sem ingerir álcool.

  1. Alimentação desregrada

Não tem como fugir. Tudo o que comemos influencia nossa saúde. Com as rugas, acontece o mesmo. Produtos industrializados e gordurosos inflamam as células e pioram a pele. “Após os 40 anos, temos de aumentar a ingestão de proteínas para estimular a produção de colágeno”, diz a médica. Peixes frescos de água salgada, como atum, e alimentos verde-escuros ajudam nessa missão. 

  1. Sol sem proteção

Aqui está o pior inimigo de todos: o sol. A exposição a ele destrói a produção de colágeno e as fibras da pele, causando marcas permanentes – leiam-se rugas. A boa notícia é que a solução é fácil e acessível: é só usar filtro solar (com FPS 30, no mínimo) todos os dias – não só na praia!

Fonte: http://goo.gl/Q8o0rT

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Making Of DiCorpo Primavera 2014

Confira o Making Of da nova coleção da DiCorpo.

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